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sábado, 20 de novembro de 2010

E no Dia da Consciência Negra...

Essa charge era pra ter sido publicada no jornal Alô Aló, - periódico dos estudantes do alojamento estudantil da UFRJ. 

O jornal estava para sair desde agosto, mês em que a UFRJ optou pela proposta da reitoria de implantar provisoriamente o sistema de cotas sociais vinculadas ao ENEM

Na ocasião, setores do movimento estudantil e do movimento negro defenderam arduamente a implementação das cotas raciais na universidade.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Saramago e outras ilustras



Este estudo é meu primeiro desenho feito direto na tablet, que comecei a fazer na sexta feira aqui na redação do jornal da UFRJ.

Era pro Olhar Virtual, mas acabou entrando uma foto no lugar. Daí ao invés de largar de lado resolvi dar uma retocada agora pra publicar por aqui.

Já as ilustrações abaixo foram feitas para e foram publicadas no Jornal da UFRJ desse mês:


Para a matéria de Rodrigo Baptista, sobre o cada vez mais elevado custo do acesso aos mundiais de futebol, excludentes ao público menos favorecido economicamente.

Para a matéria de Bruno Franco sobre o tardio início do debate sobre cotas raciais e/ou sociais na UFRJ.

domingo, 4 de outubro de 2009

Uma lei inconsequente



Essa charge eu fiz a propósito do debate da última quarta feira sobre o livro "Uma Gotade Sangue", do sociólogo Demétrio Magnoli.

"Para o coordenador nacional do Movimento Negro Socialista, dar direitos diferentes para cidadãos iguais vai contra a construção de uma sociedade igualitária e resulta na repetição de erros do passado que produziram massacres de populações. José Carlos Miranda rejeita a política de cotas para negros e a criação de um Estatuto da Igualdade Racial e explica que, a pretexto de corrigir injustiças do passado, bebe-se nos mesmos argumentos racistas para pedir que negros tenham tratamento diferenciado".

Fonte: http://bandnewsfm.band.com.br/impressao.asp?ID=179864

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Um livro indispensável



Amanhã pretendo ir a este debate, pois acho de suma importância para começar a compreender a questão racial no Brasil. Pra quem tiver interesse, taí o convite.

"Há 100 mil anos, poucas dezenas de seres humanos saíram da África. Seus descendentes, adaptando-se aos diferentes climas, desenvolveram inúmeras tonalidades de cor da pele.
Um dia, alguns voltaram. Primeiro, como comerciantes, adquiriram cativos escravizados pelos próprios conterrâneos. Depois, como conquistadores, impuseram o poder de suas nações sobre a África, alegando que os primos que ficaram faziam parte de uma raça distinta.
A curiosa ideia pegou. Sobreviveu à proclamação dos direitos humanos e à razão científica, difundindo-se no mundo da política. Pessoas de prestígio de todas as cores (até negros!) fingiram acreditar nela - e começaram a passar-se por líderes raciais. Hoje, a pretexto de fazer o bem, traçam-se fronteiras sociais intransponíveis, delineadas com as tintas de uma memória fabricada.
Este livro conta a história de um engano de 200 anos: o tempo da invenção, desinvenção e reinvenção do mito da raça. O nosso tempo."