"Sigam-me os bons"...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Propaganda (não eleitoral) mas gratuita


Essa charge eu fiz para o jornal A Nova Democracia desse mês. Já tá aqui há um mês nos meus rascunhos aqui do blog esperando ser postada. Agora o Ahmadinejad, que era pra ser a bola da vez, vai chegar atrasado...

"Se os trabalhadores ativos têm razões de sobra para sentirem-se roubados, o que ocorre com os inativos é roubo qualificado. Há pelo menos dez anos, o governo garante a sangria de recursos públicos para as arcas da agiotagem internacional subtraindo direitos de idosos, viúvas, órfãos, acidentados e doentes".
Na íntegra em: http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2511&Itemid=105

"O jornal A Nova Democracia nº 59 (novembro/2009) traz como manchete a matéria falando sobre a revolta dos trabalhadores nos trens da Supervia no mês passado e um artigo desmascarando a farsa que serão as Olimpíadas (leia-se Jogos Imperialistas) no Rio de Janeiro. Entre outras matérias sobre situação nacional, internacional, lutas de resistência, cultura popular, etc."

"Apóie a imprensa popular e democrática!
Leia A Nova Democracia!"


http://www.anovademocracia.com.br/
http://www.jornalanovademocracia.blogspot.com/

sábado, 21 de novembro de 2009

Pra mudar de assunto (espero...)





Estava aqui esses dias dando uma olhada no blog da minha cara Valéria Fernandes, uma das referências nacionais em termos de pesquisa sobre quadrinhos, (mais especificamene mangá). O que me chamou a atenção foram as duas postagens que a professora dedicou exclusivamente ao caso Uniban, ainda que aparentemente não tenha nada a ver com o conteúdo habitual do seu blog, o Shoujo Café. E já que a revista Istoé dessa semana também tratou desse assunto, resolvi desencalhar essas duas charges que eu queria ter publicado no momento em que o sensacionalismo estava mais voraz, mas tive o azar de ser surpreendido por aquele tal de apagão.

Bem, ao que parece, um mês depois do ocorrido, o espetáculo acabou. O próprio blackout deu outros contornos á crítica política e á notícia cotidiana, e pouco a pouco a poeira vai baixando, outros fatos polêmicos vão se sucedendo, até que a Geisy e a Uniban vão sumindo no tempo, se tornando uma lembrança distante. E a vida toma seu rumo. E a Uniban continuará arrecadando sua riqueza da mensalidade que cobra de seus alunos, para oferecer em troca um dos piores ensinos superiores do País. E a tal garota continuará marcada por aquele episódio espúrio protagonizado por alunos insensatos, professores irresponsáveis e por uma reitoria corrupta que a expulsou "em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade acadêmica e à moralidade"... blá, blá, blá, blá, blá...

Espero que a barbárie deflagrada naquele dia não seja mais um comportamento sintomático e recorrente da sociedade de valores invertidos que estamos vivendo. E não venham alguns aqui me criticar dizendo que não há valores invertidos. Saia curta não me escandaliza. Ensino precário, sim. Agora, enquanto a própria Geisy está aí flertando com a mídia que a devorou, aproveitando seus 15 minutos de fama, virei a página. Mas com a "pulga atrás da orelha". Afinal, acabo de ler nas notícias do google que o advogado da moça afirmou, nessa última quarta-feia, que se ela retonar á Uniban, pode ser massacrada. Literalmente.

Ficam as charges como registro do momento "histórico".


Leia:
http://dialogico.blogspot.com/2009/11/o-carater-humano-mudou.html

http://shoujo-cafe.blogspot.com/2009/11/ainda-o-caso-uniban.html

http://dialogico.blogspot.com/2009/11/tem-flahs-mob-na-feira.html

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4108973-EI306,00-Geisy+pode+ser+massacrada+se+voltar+a+Uniban+diz+advogado.html

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A vez da solidariedade


Essa charge foi publicada no jornal EXTRA do último domingo, dia 15 de novembro.




Bom, pessoas,

Aqui nesse espaço costumo criticar os mais diversos absurdos que acontecem Brasil e mundo afora, desde escândalos no Senado até quase linchamentos de alunas de mini-saia. Porém nada me é mais comovente e tocante do que o drama pessoal de uma família que teve um filho ou uma filha violentamente arrancado de seu seio.

O motivo desta postagem é algo imensamente perigoso: o sequestro de crianças e adolescentes no Rio de Janeiro, em sua maioria meninas. É um debate que a sociedade precisa encarar de frente, pois essa realidade intolerável é cada vez mais presente na vida de muitas das nossas famílias.

Abaixo seguem informações mais precisas sobre esse tema tão desconfortável e ao mesmo tempo tão urgente. Por favor leia. Se puder, compareça.



"Nesta quarta-feira (18/11), haverá o lançamento do Projeto Sou da Vez, do Movimento Helaiz, formado por mães em luta pela prevenção ao sequestro e ao desaparecimento de crianças. Será um ato lúdico, realizado de 14h às 17h, no auditório do Centro de Artes Calouste Gulbekian, na Rua Benedito Hipólito, 125, Praça Onze, Centro do Rio. Haverá teatro com as crianças da Casa das Artes - Mangueira, debate com autoridades de Direitos Humanos e de Infância e Juventude, lanche e o lançamento oficial do projeto, com uma apresentação das mães do Helaiz, que fundaram o movimento depois de ter as suas filhas sequestradas.

O projeto envolve, em uma primeira etapa, a realização de uma campanha para tentar sensibilizar a população sobre a necessidade de se manter as crianças sob permanente cuidado de adultos. A Fiocruz doou os primeiros mil cartazes que serão distribuídos em comunidades, escolas, postos de saúde, bares, entre outros espaços de circulação de adultos. A arte do cartaz, assinada por Diego Novaes, será apresentada no ato de lançamento do projeto.

Enquanto cobra do Estado políticas públicas de proteção à vida das crianças e adolescentes, o Movimento Helaiz também acredita na importância de promover, por meio do Projeto Sou da Vez, o resgate da solidariedade comunitária no cuidado das crianças, para que nenhuma fique sozinha na rua ou em casa, sem a observação de um responsável.

O sequestro de crianças e adolescentes ocorre no Rio, principalmente, com meninas, de 9 a 14 anos, moradoras de favelas ou comunidades pobres. Elas são levadas por estranhos quando ficam em casa ou na rua porque os pais saem para trabalhar e não têm dinheiro para pagar babás, sem a alternativa de creches para essa faixa etária. Há notícia de que tenham ocorrido pelo menos quatro sequestros de meninas neste ano no Rio."

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/11/maes_lancam_campanha_para_prevenir_o_sequestro_e_o_desaparecimento_de_criancas_46815.html

Mais informações
Paula Máiran - 9114-6211/2588-1268
Assessoria de Comunicação - Mandato Marcelo Freixo (PSOL)


http://helaiz.spaceblog.com.br/2/

http://www.marcelofreixo.com.br/site/?page=noticias&id=1507§ionid=12&catid=24

domingo, 15 de novembro de 2009

E no 15 de novembro...



Essa charge eu fiz esse mês para o jornal "A Nova Democracia".

E olha que veio bem a calhar pro feriado de hoje...

"Luiz Inácio e o monopólio da comunicação vêm se esforçando tanto para maquiar a miséria do povo brasileiro, fazendo mágicas com estatísticas e malabarismos com indicadores de trabalho, saúde e educação, que só falta mesmo chamarem o povo de ingrato quando as classes populares se erguem enfurecidas contra as políticas de exploração e opressão."

Talvez Lula, seus seguidores e aliados realmente tenham razão quando afirmam que o Brasil é um lugar melhor.

Com certeza é um lugar melhor pra lavagem de dinheiro, corrupção, nepotismo, tráfico de influência, agiotagem bancária, criminalização da pobreza, lobby, cabide de emprego, salários de parlamentares superiores ao teto constitucional, castelos, mensalão, mensalinho, desvio de verba, precarização da saúde, superfaturamento de projetos, obras públicas inacabadas, empresários e empreiteiras bancando candidaturas e cobrando favores depois, desmonte da educação, fraudes em concursos públicos, autoridades que se lixam pra opinião pública, coronelismo, etc etc etc...

Leia o texto de Hugo R C Souza em:

http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2509&Itemid=105

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Charges sem luz






Publiquei um artigo sobre o apagão no Centro de Mídia Independente.

Vai lá:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/11/458242.shtml

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cartum para eleição na Letras


Esse cartumzim foi uma encomenda que eu fiz esses dias para a eleição da direção da Letras da UFRJ.

É uma dessas postagens que eu deixo aqui no gatilho justamente pra esses momentos de correria em que não dá tempo de desenhar e publicar algo realmeeeeeeeeeeeeeente inédito...

Mas já na próxima eu volto com um assunto polêmico, adivinhem qual...rsrs

sábado, 7 de novembro de 2009

Diemerzito!!


Aqui vai a (minha primeira tentativa...rsrs) de carica de um grande camarada e colega de traço, o cartunista Márcio Diemer, que admiro muito pelo seu esforço e dedicação ao desenho.

Está competindo em diversos salões de humor mundo afora, e já já vai levar pra casa, lá em Novo Hamburgo, um prêmido de Primeiro Lugar, cês vão ver só!

Taí o blog dele pra vocês visitarem:

http://chargedodiemer.blogspot.com/

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Duas chargezinhas...


Hoje estive na UERJ e resolvi sentar pra desenhar rapidinho essas duas charges para a campanha das eleições do DCE de lá. Relembrou os meus velhos tempos de movimento estudantil...rs


A UERJ vem sofrendo um processo de anos de precarização causada pela falta de repasse de recursos do estado. Os últimos 10 anos foram particularemnte bastante áridos para a Universidade: falta tudo, desde rajuste salarial até concursos para novos servidores.

Dei uma olhada aqui e achei esse texto que, apesar de meio antigo, infelizmente continua bem atual:
http://www.chicoalencar.com.br/chico2004/chamadas/2006/uerj06042006.htm
E esse, que é bem recente mesmo:
http://www.sintuperj.org.br/portal/pg_materia.asp?id=298

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Cenas das TREVAS dos bastidores...



Alô, pessoas!

Gostaria muito de ter publicado essa charge ontem, NO dia de Finados, mas nesse feriadão eu viajei e onde eu estava não tinha sequer scanner...rs

Bom, em todo caso, taí pra não passar em branco.

Sempre quis desenhar o Serra como um morto-vivo qualquer, tipo um vampiro ou um zumbi, (vamos combinar que já que ele tem mesmo o 'physique du rôle' para um filme de terror, com aquela cara de dublê mal pago de Nosferatu, qual a melhor data para publicar um desenho como esse???) Ehehe

Porém deixemos a questão de finados, mortos-vivos e cia implícita como opinião minha sobre o processo eleitoresco brasileiro...


Aliás, até queria falar um pouco aqui sobre as prévias do PSDB, mas prefiro deixar para outro dia, até por que não vai faltar oportunidade para escrever (e desenhar) bastante sobre isso.

Até porque textos gigantescos em todas as postagens fica chato...kkk

Abraços a todos!!!

sábado, 31 de outubro de 2009

Dia das Bruxas (e dos buchas...)


Bem, como muita gente já sabe, há cerca de uma semana, a jovem estudante Geyse dos Santos quase foi linchada na Uniban (um escolão particular dessas aí que oferecem cursos de dois anos por R$ 199,00 ao mês).

A onda de animosidade ao redor da garota, centenas de homens e mulheres gritando "PUTA, PUTA, PUTAAAAAAAAA!!!" e a intervenção da PM para escoltá-la numa espécie de corredor polonês para que não fosse agredida fisicamente, além de ser revoltante, expõe as vísceras podres da barbárie a que querem fazer-nos acreditar como sendo "normal".

Teria ela agredido, difamado, roubado, violentado, torturado ou matado alguém? Não, não! Como você bem sabe, caro leitor, a Geyse cometeu o crime hediondo de ir para a faculdade de saia curta.

Realmente, talvez não seja o lugar mais apropriado para se usar esse tipo de roupa, é consenso. Porém, alunos foram entrevistados para que a opinião pública pudesse entender o motivo de tanta selvageria.

A resposta de todos, homens e mulheres foi mais ou menos a mesma: "ela é uma vadia e tem que aprender", "não se anda vestida assim tão indecente na faculdade" e mais todo tipo de baboseiras conservadoras e reacionárias que se pode imaginar.

A questão aqui é hipocrisia. Hipocrisia pura. Pode apostar, caro leitor, dentre os que lá estavam certamente havia três categorias de seres humanos:

1- Moças um pouco frustradas com a própria falta de ousadia (ou quem sabe frustradas por não serem tão bonitas, atraentes ou carismáticas quanto sua vítima), enlouquecidas com a saia curta da garota.

2 - Rapazes não muito certos de sua masculinidade e querendo dar uma de machões, descontando na pobre moça, pois em grupo a testosterona masculina entra em ebulição (e é uma ótima oportunidade para gritar em voz grossa, acima de qualquer suspeita).

3 - Pessoas embriagadas e/ou as marias-vão-com-as-outras, que não souberam jamais cultivar o menor grau de critérios de julgamento e personalidade e gritaram irracionalmente (se um se jogar num abismo acho que todos se jogam juntos).

Quer dizer, na hora de partir pra cima de uma moça indefesa chamando-a de puta (e SE ela fosse realmente uma prostituta, o que é que você ou eu ou eles tem a ver com isso???), todo mundo é valente. E não só os que protagonizaram aquela cena deprimente, mas MUITA gente que viu ou soube e ainda apóia esse tipo de comportamento!

Se você é um desses que pensam assim, queria te perguntar o seguinte: A saúde pública tá boa? Tem leito e tratamento pra todos? A educação no País vai bem? As escolas públicas são um ótimo lugar para se estudar? A política de enfrentamento em todo o País tá legal? Tem ninguém inocente morrendo pela bala do Estado, né? O contribuinte não está pagando as regalias da classe política não, né? A União não vai gastar 36 bilhões em sucata militar nem sei mais quantos milhões com mais 7 mil vereadores inúteis não, né?

Quem dera que tivéssemos o mesmo grau de revolta e de ódio contra os governantes e políticos que todos os dias nos roubam e prejudicam tanto. Quem dera que numa mesma reação extrema, nós, como povo oprimido, pudéssemos nos revoltar contra tanto descaso, roubalheira e corrupção que está sendo jogada na nossa cara todos os dias e não fazemos mais do que nos conformar.


A entrevista com a Geyse foi publicada aqui:
http://blig.ig.com.br/cidadao_sos/2009/10/29/video-e-entrevista-da-puta-da-uniban/
Tem um artigo sobre isso aqui:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/10/457441.shtml
Tem um vídeo que assino embaixo aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=MWshuIBuTps&NR=1
Tem um texto interessante aqui:
http://brasilbrasile.blogspot.com/2009/10/puta-uniban.html

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Saúde mental em debate


Fiz essa charge especificamente para este artigo sobre Saúde Mental. Resolvi publicar o texto na íntegra para que a charge não fique muito sem contexto.

Manicômio Judiciário: quando duas faces se traduzem em nenhuma
por Anne Caroline de Almeida Santos

Qual identidade que possuem os trabalhadores de um Manicômio Judiciário? Talvez esta seja uma pergunta por demais ambiciosa, se pensarmos que estamos falando de uma instituição de caráter contraditório. Mas falemos de um momento – que talvez seja histórico – onde, uma vez mais, os trabalhadores da Saúde Mental encontram uma brecha e reúnem forças para organizarem-se. Aqui, especificamente, discutimos a organização dos trabalhadores da Saúde Mental como uma tentativa de re-politização da Reforma Psiquiátrica – e dizemos isto porque é sabido que o movimento, há tempos, abandonou seu caráter político, investindo tão somente em um aprimoramento técnico, que embora necessário, viu-se que não poderia prescindir da organização política.

Mas... e o Manicômio Judiciário nessa história toda? Por que não nos identificamos, de fato, com essa organização política? A ausência dos profissionais desta instituição nesse momento de organização dos trabalhadores da rede de Saúde Mental é reveladora de certa crise de identidade, que não está no âmbito do exercício profissional isolado ou em equipe, mas no do lugar que se ocupa em uma instituição como o Manicômio Judiciário. Na briga por uma identidade que melhor traduza um hospital-prisão, rejeitamos a ideia de uma prisão, mas não ocupamos os espaços na rede de Saúde Mental. Ou seja, ao cometermos o equívoco em optar por uma faceta ou outra, não ocupamos espaço algum: não somos vistos pelo Sistema Penal e inexistimos perante a rede de Saúde Mental. Não pertencemos ao processo de Reforma Psiquiátrica porque não nos apropriamos dele. Legitimamos o lugar que nos é relegado, ainda que subliminarmente: o lugar de fracasso da Reforma Psiquiátrica. O “lugar feio” que não pode competir com os “exemplos de sucesso” – porque bonito é mostrar na novela das oito o “Harmonia Enlouquece”...

Voltando para nossa realidade institucional, o esforço de conferir uma visibilidade ao Manicômio Judiciário não depende só dos gestores – onde há que se ressaltar que há pouco mais de dois anos pudemos notar uma substantiva mudança, no sentido de abraçarmos a Reforma, que partiu de uma gestão específica. Depende da vontade e força de mobilização do coletivo de trabalhadores deste espaço institucional. Depende de que estes trabalhadores não optem por um lado ou outro da moeda em uma instituição de caráter híbrido. Só assim seremos ouvidos e teremos condições para transformar. Só assim este ornitorrinco chamado Manicômio Judiciário poderá ser visto, compreendido e transformado a partir de políticas públicas que contemplem sua especificidade.

domingo, 25 de outubro de 2009

Lula lá!


"Caíram do cavalo os que apostavam na incapacidade (de Lula) de pensar, falar e agir como presidente da República, por ter formação escolar apenas básica. (...)

desta vez, foi proclamar em alto e bom som o que realmente são os partidos da base aliada:

"Quem vier para cá não montará governo fora da realidade política. Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão". (...)

Nem sua justificativa tosca ("Não tenho relações de amizade, mas relações institucionais") para a atual promiscuidade com figuras que o Lula do passado abominaria, como Fernando Collor, Renan Calheiros e Jader Barbalho. (...)

Agora ele acrescentou outras pérolas na mesma linha. P. ex.: "Não utilizo mais a palavra burguesia". (...)

Também é chocante ouvir Lula confessar que suas afirmações aparentemente tão convictas de outrora não passavam de papo furado: "Quando se é oposição, você acha, pensa, acredita. Quando é governo, faz ou não faz. Toma decisão".

Ou seja, se você não tem o poder, o que diz não passa de retórica inconsequente. Quando você está no poder, aí sim é que mostra quem realmente é, por suas atitudes. (...)

Depois disto, nada mais surpreende."


Leia o texto de Celso Lungaretti na íntegra em:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/10/457049.shtml

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nem tudo que reluz é ouro...


Desculpem a demora em atualizar o blog, ando muito ocupado com a faculdade...

Aí uma outra charge que fiz para a edição desse mês do jornal "A Nova Democracia".


"A cena não é incomum; ao contrário, é tão abundante quanto as bombas de morte e mutilação que o imperialismo faz cair onde quer que seus exércitos tomem a frente dos projetos de dominação: enquanto os chefes das potências e os senhores da guerra se reúnem em público para simular transigência — ou na surdina para arquitetar ataques impiedosos — um sem número de organizações, institutos, fundações e grupos auto-proclamados "independentes" põem na rua o bloco da "paz"."

Leia mais em: http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2444&Itemid=105

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um continente em maus lençóis!



Essa charge eu fiz para o jornal "A Nova Democracia" desse mês.


O USA, agora sob Obama, se volta para a África como há tempos não se via. Três semanas depois da visita do chefe imperialista a Gana, país cuja gerência Washington quer apresentar como exemplo de colaboração com as potências, a secretária de Estado ianque Hillary Clinton chegou à África para sua mais longa viagem desde que assumiu o posto.

A Europa do capital também está no páreo. No final de agosto, logo depois da viagem de Hillary Clinton, a União Européia firmou um "acordo interino de associação econômica" com as Ilhas Maurício, Madagascar, Seychelles e Zimbábue, mediante o qual transnacionais européias ganharam salvo-conduto para explorar serviços estratégicos como telecomunicações, portos, energia e água.


Leia mais em: http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2446&Itemid=105

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Enchendo uma linguiça básica...


Essa artezinha eu fiz pruma campanha do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE) aqui do Rio. Ouvi dizer que eles até coloriram e fizeram um banner com esse cartum.

Na verdade ia postar umas duas outras charges, mas não tô encontrando elas em nenhum dos meus emails (!!!), acho que vou ter que digitalizar de novo...

Na falta delas poir enquanto fiquem com essa aí.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

E no Dia da Criança...


Essa chargeta aqui eu fiz pra publicar aqui no Dia da Criança, mas só fui ter acesso a scanner hoje.

Bom, mas antes que a charge esfrie ainda mais, pelo menos fica aí como registro...

Ah, e com todo respeito aos palhaços..Rsrs

sábado, 10 de outubro de 2009

Charge minha em exposição na UFRJ


Essa charge eu fiz exclusivamente para exposição na Semana Surreal, que aconteceu essa semana no alojamento estudantil da UFRJ. O certo era eu ter postado isso aqui antes pra dar uma divulgaçãozinha, mas enfim...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Desgovernador vocifera contra o povo do Rio


Diariamente a população do Rio de Janeiro é submetida ao mesmo tipo de indignidade. O transporte público na capital fluminense é cada vez mais precário e já não atende às demandas mínimas do carioca, que é tratado pelas empresas e concessionárias de transporte público como se fosse gado. Seja nos ônibus, trens, metrôs ou barcas, os mesmos problemas se repetem, e a cada dia que passa a situação claramente se agrava.

A confusão e o quebra-quebra de ontem, simultâneos em algumas estações de trem do Rio, são reflexo de um povo que, apesar de pacato, já não suporta mais tanta humilhação. Essas empresas fazem o que bem entendem, não dão satisfações aos seus clientes, prejudicam milhares e milhares de pessoas. E parece que o Poder Público não vê ou não quer ver a tensão que se avoluma.

Como se não bastasse, o governador Sergio Cabral fez essa declaração infeliz: "Nós estamos em cima desses responsáveis por essa balbúrdia porque isso prejudicou o Rio de Janeiro e nada justifica o vandalismo."

Nada justifica, governador...???

Nem se levarmos em consideração que milhares de trabalhadores todos os dias são obrigados a se sujeitar aos constantes atrasos dos trens, linhas de metrô interrompidas por muitos minutos, super-lotação nos metrôs e trens, barcas com o dobro da lotação máxima, chicotadas e outras situações indignas e quando muito desumanas? É a "balbúrdia dos vândalos" que prejudicou o Rio de Janeiro ou é a balbúrdia cotidiana, deprimente e desumana causada pela ausência do Estado?

Por que o senhor não experimenta aderir ao belíssimo movimento pendular que é acordar às 4 da manhã e viajar de Santa Cruz à Central num trem lotado? Ou ainda experimentar a delícia que é esperar mais de 40 minutos porque a barca atrasou? Ou quem sabe ficar preso duas horas no engarrafamento monumental na Avenida Brasil sentido Campo Grande, apenas no trecho Leopoldina-Caju? Ou talvez gostaria de apreciar a superlotação do metrô às sete horas da manhã?

Imagino que não fará nada disso, uma vez que continuará apreciando o drama do povo carioca do alto de seu confortável helicóptero de última geração, que, diga-se de passagem, custou aos cofres públicos a bagatela de não menos de 12 milhões de reais.

Aliás, ouvi dizer que o problema de transportes no Rio não se resolve justamente porque muitos dos políticos eleitos por nós estão de rabo preso com os empresários do setor, que doaram volumosas quantias para se fazerem representar.

Governador, governador, até quando essas políticas antipovo vão perdurar?



P.S.: Enquanto escrevo esse desabafo, nesse exato momento ouço a notícia de que os trens da Central estão parados, em pleno horário de rush, e a população, mais uma vez protestando e revoltada, está sendo expulsa do pátio da Central pela força policial ostensiva.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Professor Pedro Rocha


Esse é o mascote oficial que desenvolvi para o Museu de Geodiversidade da UFRJ. A idéia era deixar de lado a tendência geral de usar animais pré-históricos, como dinossauros. A proposta conjunta de um "professor de pedra inspirado levemente em Darwin" foi bem apropriada ao Museu de Geodiversidade.

O mascote, bem como outras ilustrações de alunos da Escola de Belas Artes que como eu estagiam no Museu, compõe trabalho para o 6º Congresso de Extensão da UFRJ, cujo tema é "Há Validade nos Mecanismos de Arte em Um Museu de Ciência?", que provavelmente será apresentado amanhã por este que vos fala...

domingo, 4 de outubro de 2009

Uma lei inconsequente



Essa charge eu fiz a propósito do debate da última quarta feira sobre o livro "Uma Gotade Sangue", do sociólogo Demétrio Magnoli.

"Para o coordenador nacional do Movimento Negro Socialista, dar direitos diferentes para cidadãos iguais vai contra a construção de uma sociedade igualitária e resulta na repetição de erros do passado que produziram massacres de populações. José Carlos Miranda rejeita a política de cotas para negros e a criação de um Estatuto da Igualdade Racial e explica que, a pretexto de corrigir injustiças do passado, bebe-se nos mesmos argumentos racistas para pedir que negros tenham tratamento diferenciado".

Fonte: http://bandnewsfm.band.com.br/impressao.asp?ID=179864

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Pra Honduras ver que o mundo vê Honduras



Essa charge foi feita para a próxima edição da revista Vírus Planetário. Eu ia segurar ela até eles publicarem a revista, mas lembrei que semana passada conheci o chargista Leonardo, que faz charges diárias para o jornal EXTRA. Uma coisa muito importante que ele me ensinou é que toda charge tem um caráter de URGÊNCIA.


Bom, na charge resolvi deixar o gorila "pelado", sem roupa de militar-nazista-ditador. A impressão que se tem é que Zelaya tá chutando um boneco, ou algo morto. Outra coisa que gostei e que não esperava é o Zelaya estar maior que o gorila. Muita gente desenha o gorila enorme ou gigante, mas acho que vou ser um pouco subversivo aqui e me contrapor aos fatos.

Por fim, é uma charge panfletária, de campanha, pode não ser a realidade mais real. Mas sinto que é uma charge meio emergencial, como um salva-vidas que precisa ir mergulhar pra salvar alguém que tá se afogando (a charge não vai salvar Zelaya, mas vocês entenderam...)

Taí o link da revista Vírus Planetário. É uma leitura crítica, leve e ao mesmo tempo bem-humorada.


Vai lá:

http://www.virusplanetario.com.br/

http://virusplanetario.wordpress.com/

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Um livro indispensável



Amanhã pretendo ir a este debate, pois acho de suma importância para começar a compreender a questão racial no Brasil. Pra quem tiver interesse, taí o convite.

"Há 100 mil anos, poucas dezenas de seres humanos saíram da África. Seus descendentes, adaptando-se aos diferentes climas, desenvolveram inúmeras tonalidades de cor da pele.
Um dia, alguns voltaram. Primeiro, como comerciantes, adquiriram cativos escravizados pelos próprios conterrâneos. Depois, como conquistadores, impuseram o poder de suas nações sobre a África, alegando que os primos que ficaram faziam parte de uma raça distinta.
A curiosa ideia pegou. Sobreviveu à proclamação dos direitos humanos e à razão científica, difundindo-se no mundo da política. Pessoas de prestígio de todas as cores (até negros!) fingiram acreditar nela - e começaram a passar-se por líderes raciais. Hoje, a pretexto de fazer o bem, traçam-se fronteiras sociais intransponíveis, delineadas com as tintas de uma memória fabricada.
Este livro conta a história de um engano de 200 anos: o tempo da invenção, desinvenção e reinvenção do mito da raça. O nosso tempo."

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Entrevista com Nico


Ganhador do prêmio HQ Mix graças ao excelente livro Henfil - O Humor Subversivo e recentemente premiado com a medalha de bronze no XXVI Salão Fluminense de Belas Artes, o cartunista Marcio Malta, mais conhecido como Nico, concedeu uma interessante entrevista ao site Deus no Gibi.

Vale a pena dar uma lida pra saber um pouco mais sobre o trabalho do Nico e a obra de Henfil.

Na foto, os caricaturistas Dálcio Machado e Baptistão com o Nico(da esquerda para a direita).

Vejam a entrevista no endereço:
http://deusnogibi.dominiotemporario.com/doc/ENTR-NICO.PDF

domingo, 27 de setembro de 2009

Era ou não era marolinha?


Finalmente uma charge pensada a princípio única e exclusivamente pra esse blog...


"Na análise de Antonio Licha, do grupo de análise de conjuntura do Instituto de Economia da UFRJ, a crise atingiu o Brasil de maneira violenta e não como uma marola como esperava o presidente Lula antes dos meses negros. Na opinião do professor, essa foi a pior crise pela qual o país já passou. (...) Para Licha, as políticas adotadas pelo governo brasileiro procuraram suavizar os impactos da crise, porém “o governo poderia ter investido em programas sociais para ajudar aqueles que perderam o emprego”, ressalvou." (...)

"As vítimas da crise são sempre os trabalhadores; a consequência da atual crise é a intensificação da exploração do trabalhador. “Para os 80% da sociedade que vive do seu trabalho [a consequência da crise] pode ser um desastre. A guerra é uma das alternativas perfeitamente possíveis para o capitalismo eliminar um ou dois bilhões de excedente humano. O desemprego pode fazer morrer milhões, e daí? Qual o problema para o sistema? Nenhum. Os trabalhadores vão piorar suas vidas”."


Fonte: http://www.fazendomedia.com/?p=869

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Reflexões sobre o caso Cesare Battisti



Essa charge eu fiz para o blog Náufrago da Utopia, mas o autor ainda não conseguiu postar por problemas técnicos. Trago aqui alguns pequenos trexos dos muitos textos que vêm sendo produzidos sobre o caso.

"Carlos Lungarzo, membro da Anistia Internacional dos EUA que produziu um relatório memorável sobre o Caso Battisti, traz nova contribuição à compreensão desse festival de iniquidades a que assistimos estarrecidos: Decisão judicial ou indulto?. Eis um trecho antológico:

"O alto corpo [do STF] é chefiado por alguém que já foi publicamente acusado por colegas de chefiar capangas. Gilmar Mendes já foi alvo de muitas denúncias (de arbitrariedade, de acobertamento de crimes financeiros, de vender serviços à própria justiça, de estimular a violência contra movimentos sociais, de incubar golpe institucional contra o governo) e foi o segundo caso no país de uma proposta de impeachment. Mais esperto que Collor, soube formar um escudo que o defendeu na hora certa. Defendido apenas pela direita e a grande mídia (que o qualifica de 'polêmico', um adjetivo inadequado para sua personalidade), sua presença num tribunal qualquer seria um sinal de alarma em qualquer país" (...)"

(...) "Lenda viva do jornalismo brasileiro, o veteraníssimo Hélio Fernandes continua confrontando de peito aberto as ignomínias da direita: Malabarismo pirotécnico do Supremo. Julgou abusivamente o presidente da República, acreditando que negava extradição ao italiano Battisti. Este ficou 12 anos na França, ninguém o incomodou. Ficará para sempre no Brasil . Ele afirma que, qualquer que seja a decisão do STF, Lula não será obrigado a cumpri-la, por seis motivos:

1.O Supremo não poderia julgar o Presidente da República.
2.O presidente já decidira conceder o asilo.
3.Nessa questão, regida por Tratados internacionais, a COMPETÊNCIA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA É SOBERANA E INCONTESTÁVEL.
4.Um governo internacional (no caso a Itália) não pode invadir a competência de outro país.
5.A própria Itália reconheceu o fato, deixando Battisti 12 anos na França, sem pedir sua extradição.
6.A Itália de Berlusconi (sem qualquer moral ou competência) contestou a decisão, visivelmente considerando o Brasil mais vulnerável e mais sujeito a pressões."(...)



Leia mais e tire suas próprias conclusões em: http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/09/links-para-12-textos-obrigatorios-sobre.html

O sujo falando do mal lavado


Taí a terceira charge que fiz esse mês para o jornal "A Nova Democracia".

"À despeito de viverem alinhados no esmero anti-povo, de rotinas de produção em comum marcadas pelo sensacionalismo, mentiras e preconceitos, e de constituírem organizações empresariais de natureza eminentemente mafiosa, os nada respeitáveis integrantes do monopólio dos meios de comunicação que operam no Brasil vivem em pé de guerra pela audiência do respeitável público." (...)

"A recíproca foi verdadeira, ou seja, tudo o que a Record falou da Globo é verdade, o que não invalida o fato de que a própria Record também faz parte de um punhado de empresas de comunicação – com a Globo no topo – cujos métodos e objetivos não divergem no essencial. E o essencial é que uns e outros estão sempre em contradição com os interesses das classes populares, ainda que tenham a desfaçatez de se apresentar como os olhos, boca e ouvidos do povo."(...)


Leia o restante desse excelente texto de Hugo R C Souza em: http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2421&Itemid=105

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mais do mesmo?


Outra charge feita para o jornal "A Nova Democracia" de agosto.

"Pouco a pouco, aproxima-se mais um processo eleitoral farsesco na semicolônia do Brasil. Ao longo dos próximos meses, os grupos de oligarcas e oportunistas que disputam a primazia do gerenciamento entreguista e serviçal do velho Estado semifeudal brasileiro se exibirão como pavões para as instituições de dominação política do imperialismo e das classes dominantes nativas, esmerando-se para provar lealdade a quem realmente manda." (...)

"Com essa maior proximidade de mais um sufrágio burguês em nosso país, é tempo de pipocarem as falsas alternativas eleitorais, que se apresentam e são apresentadas às massas brasileiras como forças transformadoras identificadas com as classes populares, mas que representam nada mais do que o continuísmo, o reacionarismo e o oportunismo mais predatório escondido atrás da defesa aguerrida da ética dos costumes" (...)


Leia o texto na íntegra em:
http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2424&Itemid=105

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Condomínio fechado...


Charge feita para o jornal "A Nova Democracia".

Ok, ok, faço mea culpa. Exagerei muito no braço da moça.


"Um estudo publicado no fim de julho pela organização International Centre for Prison Studies mostrou que em alguns países ricos os imigrantes pobres que chegam em busca de melhores condições de vida para si e para sua família são a clientela preferencial das masmorras do capital. (...)"

"Por vias tortas, trata-se de o próprio Estado penal e policial admitindo que seu imenso aparato prisional, sempre em expansão e cada vez mais nas mãos dos monopólios, funciona como a verdadeira política habitacional do capitalismo em decomposição, como há anos já havia observado um grande estudioso do tema, o sociólogo francês Loïc Wacquant. (...)"

"No Reino Unido, o número de crianças com idades entre 10 e 15 anos trancafiadas em prisões da Inglaterra e do País de Gales foi multiplicado por oito desde 1990. A Inglaterra é o país europeu com o maior número de crianças mantidas atrás das grades, a maioria delas composta de filhos da classe operária, pobres e com baixa escolaridade. (...)"


Leia mais em: http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2404&Itemid=105

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

"Muito trovão pra pouca chuva"?



Tava dando saudades de fazer charges do Reitor da UFRJ...rsrs

"o Reuni foi implantado de forma intempestiva através da assinatura de Acordos e Metas entre governo federal e reitores de cada instituição, em março de 2008."

"O resultado já se apresenta desastroso em 2009: estudantes aprovados em vestibulares, mas que não cabem nas salas de aula disponíveis, turmas superlotadas por falta de professores das respectivas disciplinas; postergação da efetivação, mesmo que os concursos para contratação de docentes e técnicos estejam decididos ou, mesmo, já tenham sido realizados; falta de infraestrutura, como laboratórios, bibliotecas, restaurantes universitários, etc".

"Os R$ 2,5 bilhões destinados a financiar os quatro anos de implementação do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) já foram comprometidos nos dois primeiros anos do projeto e não há previsões de como o governo que tomará posse em 2010 arcará com a despesa oriunda das universidades públicas promovida pelo governo Lula. (...)"

"(...) o ministro da Educação, Fernando Haddad, confirmou que os recursos estão esgotados: "isso significa que o meu sucessor terá que buscar mais alguns bilhões para atender aos reitores das universidades federais"."


Fonte: jornal Adufrj seção sindical, setembro 2008

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Perdida na gaveta



Essa charge aí eu tinha feito pro SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) há meses atrás, mas simplesmente não a tinha encontrado, até agora.

Como é muito trabalhoso procurar por uma charge no site do SEPE e nem lembrava mais qual era o motivo da charge, resolvi postar logo duma vez.

Em todo caso fica aí como registro histórico...rsrs

(P.S.: pra quem não reconheceu esse aí é o Eduardo Paes, pediram pra eu fazer ele com cara de bobo, mas eu não estava lá nos meus melhores dias...)