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sábado, 17 de janeiro de 2009

Gaza: expressão máxima da barbárie

"Em novembro passado a aviação israelense bombardeou a faixa de Gaza em violação das tréguas, o Hamas propôs a renegociação do controle dos acessos à faixa de Gaza, Israel recusou e tudo começou. Esta provocação premeditada teve objetivos de política interna e internacional bem definidos: recuperação eleitoral de uma coligação em risco; exército sedento de vingar a derrota do Líbano; vazio da transição política nos EUA e a necessidade de criar um facto consumado antes da investidura do presidente Obama. Tudo isto é óbvio mas não nos permite entender o ininteligível: o sacrifício de uma população civil inocente mediante a prática de crimes de guerra e de crimes contra a humanidade cometidos com a certeza da impunidade."



terça-feira, 6 de janeiro de 2009

E o genocídio continua...


Abaixo, o texto comovente que me foi cedido pela colunista Inês de Castro.
Boa leitura.

"As autoridades precisam ter muito cuidado com o que dizem. Especialmente quando isso envolve a vida de pessoas comuns, que não são autoridade e não têm poder... Em 1982, uma população de refugiados palestinos vivia na periferia de Beirute, no Líbano. Era gente pobre sem casa para morar, sem comida, sem condições de higiene... apenas tentando sobreviver. E tentavam fazer isso numa região controlada pelo exército israelense. Mas a proteção desses refugiados foi falha e eles acabaram sendo massacrados por milícias cristãs naquele que ficou conhecido como um dos piores massacres dos tempos modernos, os massacres nos campos de Sabra e Shatila. Naquela ocasião, o Ministro da Defesa de Israel, Ariel Sharon, disse que não era culpa dele. Que eles não perceberam quando o ataque começou. Era mentira. O quartel israelense ficava a alguns passos dos campos. Não viram porque não quiseram ver. Fecharam os olhos e foram coniventes com o assassinato de 3.500 pessoas: muitas pequenininhas, que nem tiveram a chance de conhecer esse mundo. Só conheceram a dor.

Agora, menos de 30 anos depois de um massacre que ninguém queria ver repetido, o premiê israelense admite que é preciso atacar os terroristas do Hamás, nem que para isso muitos civis sejam mortos naquela minúscula faixa de Gaza, onde mais de 1 milhão de pessoas vivem empilhadas. Este ataque, particularmente, começou há menos de dez dias. Gente que não tem culpa nenhuma por essa briga, como crianças palestinas e israelenses já perderam a vida e não têm sequer onde ser enterradas.Se os donos do poder não se envergonham por isso, só nos resta lamentar esse começo de 2009, porque ao invés de evoluir, nós fazemos parte de uma civilização que está andando para trás.

E se você tem uma dúvida, uma crítica ou uma sugestão, escreva pra mim: inesdecastro@bandnewsfm.com.br"

Convocatória Ato Público


VIGILIA E ATO PÚBLICO NA CINELÂNDIADIA 8 DE JANEIRO - QUINTA FEIRA Concentração na Cinelândia à partir das 15 horas
Carro de som no Centro
ATO PUBLICO ÀS 17 horas
Solicitamos o apoio das diversas organizações do movimento popular, associações árabes e sindicatos para ajudar na convocatória e assim garantir um ato de solidariedade expressivo.
É importante recordar que o mês de Janeiro é particularmente ingrato para manifestações, dado o número de militantes, sindicalistas e estudantes de férias, no Rio de janeiro, por isso precisamos unir os esforços nesse sentido. As organizações ou sindicatos que puderem construir seus prórpios panfletos convocatórios e organizar panfletagens devem faze-lo. A comunidade árabe e mulçumana do Estado deve ser mobilizada.
Vamos construir um ATO INTERNACIONALISTA que mobilize a população do Rio de Janeiro para solidariedade com o povo palestino.
Comitê de Solidariedade à luta do povo Palestino do Rio de Janeiro
Tel para contato: 81312146 (Stela)

domingo, 28 de dezembro de 2008

Terror em Gaza


Gostaria de chamar sua atenção para o genocídio que o Estado de Israel protagoniza sobre a Faixa de Gaza. Idosos, mulheres e crianças vêm sofrendo privações intermináveis, todo o tipo de abusos e violência indescritível nas mãos do exército invasor. Tudo isso sob o nariz da comunidade internacional que finge que não vê, da União Européia que finge que se importa e dos Estados Unidos que fingem que querem a paz mundial.

"Aviões e helicópteros de combate israelenses bombardearam a Faixa de Gaza neste sábado, deixando pelo menos 208 mortos no território controlado pelo Hamas, num dos dias mais sangrentos para os palestinos em 60 anos de conflito com Israel."

"O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse que a ofensiva aérea israelense era "criminosa" e pediu intervenção da comunidade internacional".

"Neste sábado, corpos eram empilhados, e feridos se contorciam em dor. Os que mostravam sinais de vida eram levados para carros e ambulâncias".

"Mais de 700 palestinos ficaram feridos, de acordo com os médicos".


Mais informações em: http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE4BQ00320081227?pageNumber=2&virtualBrandChannel=0


Frase do Dia:

"Não vamos deixar nossa terra, não vamos levantar bandeiras brancas e não vamos ficar de joelhos, exceto diante de Deus"

(Ismail Haniyeh, líder do governo do Hamas na Faixa de Gaza)