


Como chargista, acho interessante a experiência de trabalhar em jornais que defendem uma linha editorial anti-hegemônica, ou seja, que se propõe a fazer um contraponto com o senso comum, que ousam falar o que ninguém fala. Sinto que assim a charge pode chegar ao que na minha opinião é o seu potencial verdadeiro, o de contestar, de ser inconveniente.
Essas três eu fiz para o jornal A Nova Democracia de junho. A primeira não está no site nem está vinculada a nenhuma matéria específica, pois é exclusiva do jornal impresso e está publicada no Editorial, página 2.
A segunda ilustra a reportagem de Hugo Souza sobre o aumento da presença militar norteamericana nas fronteiras brasileiras, sob o velho pretexto de combater o "narcoterrorismo".
Já a terceira aborda o colapso global iminente do Capitalismo, segundo a análise do doutor em economia Adriano Benayon.
Querendo dar uma lida no jornal, taí: http://www.anovademocracia.com.br/
Essas três eu fiz para o jornal A Nova Democracia de junho. A primeira não está no site nem está vinculada a nenhuma matéria específica, pois é exclusiva do jornal impresso e está publicada no Editorial, página 2.
A segunda ilustra a reportagem de Hugo Souza sobre o aumento da presença militar norteamericana nas fronteiras brasileiras, sob o velho pretexto de combater o "narcoterrorismo".
Já a terceira aborda o colapso global iminente do Capitalismo, segundo a análise do doutor em economia Adriano Benayon.
Querendo dar uma lida no jornal, taí: http://www.anovademocracia.com.br/