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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Tribunal de Justiça do Rio anda muito fominha...

Essa charge eu fiz para o jornal do Sind-justiça desse mês. Bom, além da correria atroz dessa semana na faculdade, eu fiquei completamente sem acesso a scanner. Daí peguei pra publicar essa que tava aqui no gatilho mesmo. E lá se vai meu Ahmadinejad...

“Os quase 300 ex-guardas judiciários ou oficiais de Segurança com suas funções extintas estão desviados de suas reais funções, ou, como alguns, à disposição dos oficiais da PM que mandam no TJRJ. O que não pode é a cidade insegura, enquanto quase dois batalhões estão à disposição do Judiciário” (...)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Só na boa vida...


Essa é uma charge editorial que fiz esse mês para o jornal Opinião Sindical, do Sind-Justiça-RJ. E hoje é o aniversário de 200 anos da PM. Pura coicidência.

"Enquanto o Rio de Janeiro continua vivendo sua guerra civil particular, ficam para as calendas as promessas de que polícia é para o cidadão. Desde setembro do ano passado, quando foi publicado no Diário Oficial do Estado decreto-lei de autoria do presidente da ALERJ, Jorge Picciani (PMDB), garantindo o retorno às suas corporações de algo em torno de dois mil policiais militares, civis e bombeiros, até o momento nada aconteceu. Só blefe, pelo jeito (...) No mês de fevereiro passado, o falastrão governador, diante das reclamações com a constante violência no Estado, publicou o decreto 41.687, determinando o retorno dos agentes, caso os órgãos não arcassem com suas despesas."

Fonte: Jornal Opinião Sindical, impresso de Maio.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A culpa é de quem?


"(...)começou no Rio o processo que hoje é designado como problema da violência, usualmente associado ao tráfico de drogas e ao domínio armado de traficantes em favelas. Os tratamentos que o governo do estado, a prefeitura e o governo federal têm dado a este problema têm sido, de modo geral, baseados em um modelo repressivo que insiste em ignorar os direitos dos moradores de favela. (...)

É preciso reconhecer que estamos diante de um falso antagonismo que alimenta uma perspectiva política fascistizante e anti-democrática, além de corrupta, evidentemente. Será tão difícil reconhecer a centralidade da associação e a cumplicidade política entre criminosos situados em favelas e segmentos do Estado, empresários de segurança, contrabandistas de armas e de drogas, comandos militares, milícias e certos vereadores e deputados?"


Leia na íntegra esse excelente artigo da antropóloga Patricia Birman em:
http://www.redecontraviolencia.org/Artigos/459.html

domingo, 23 de novembro de 2008

Depois sou eu quem falo...

É claro que temos que pensar também nos policiais que morrem em serviço, ou pior, na folga, no fim das contas são vítimas do mesmo sistema pernicioso que caracteriza essa lógica do confronto pelo confronto. Mas a brutalidade que o Estado emprega em muitas de suas ações é absurda, desmedida.

Então taí, pra quem acha que eu exagero ans minhas charges sobre violência policial.